sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Vai tudo no pen-drive

Chega de ter aquele seu pen-drive branco, careta.
Se liga nesses modelos super diferentes e tentadores (para alguns).


quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Star Wars

" A long time ago in a galaxy far, far away..."

Eu sei que Star Wars não é novidade pra ninguém, mas apesar de eu ter demorado muito pra assistir, finalmente entendi porque é um clássico.
É desnecessário dizer, mas vale a pena.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O menino do pijama listrado

Como receita de sucesso do cinema, a obra de John Boyne, intitulada O menino do pijama listrado, deu origem ao filme homônimo do diretor e roteirista Mark Herman, em uma história que se passa na Alemanha nazista, onde a família de um soldado oficial é obrigada a se mudar de Berlim para Auschwitz.
Desconhecendo o Holocausto e tudo o que estava acontecendo, Bruno - que acredita que seu pai é apenas um soldado, e não um oficial alemão - é um garoto de oito anos que ultrapassa a barreira e os limites impostos por sua mãe – que tenta impedi-lo de ir ao jardim dos fundos – e chega a um campo de concentração, cercado pelo cenário de arame-farpado e soldados que faziam a guarda do local. Ali ele conhece Shumel, um menino da sua idade que está condenado por ser judeu.
Sutilmente o filme mostra em plano de fundo os conflitos sociais e ideológicos, enquanto explora a relação inocente de dois garotos em realidades paralelas e tão diferentes. Se de um lado existe a inocência, de outro a conspiração da raça pura questiona as atitudes que ficam evidentes com o final trágico dessa amizade.
Um filme de edição objetiva e cenas subjetivas – ainda mais envolvente para aqueles que apreciam a sétima arte.
Produções sobre guerra geralmente são filmes mais teóricos, e, ou são campeões de bilheteria, ou caem na crítica e no esquecimento. Em O menino do pijama listrado, o que faz a diferença é a visão inocente e infantil do protagonista, e naturalmente traz uma reflexão sobre a amizade e principalmente, sobre as consequências de um caminho sem volta.
Sem dúvida, um filme que no final você dizer: “Um dos melhores que eu já vi até hoje”.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

De novo, outra vez!

O tempo passou e tanta coisa aconteceu..,
Fiz a cobertura da enchente de novembro de 2008, montei uma empresa de Assessoria de Comunicação, apresentei os especiais da Oktoberfest e me aventurei em novos projetos...
Descobri que mais do que nunca, as redes sociais são o futuro.
Criei perfis em várias comunidades, descobri muita coisa sobre essas “tais” novas mídias... e me toquei que talvez a mais "primórdia", pra mim, estava abandonada... esse blog.
Voltarei a utilizar esse espaço. Voltarei a me expressar, deixar meus comentários e opiniões, aqui. Certamente não será uma rede de muitos acessos - páginas pessoais são assim - mas certamente é mais uma em que eu estou CONECTADA.

Enjoy!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Banalização

Está ficando cada vez mais “comum” assistir nos noticiários casos de mortes de bebês e crianças.
Parece que o assunto se banalizou.
São bebês que morrem sem ar sendo esquecidos em carros enquanto a mãe vai ao shopping.. Bebês que morrem em creches e a notícia é dada friamente aos pais... Isso tudo claro, sem lembrar o caso da menina Isabela e o outro semelhante na seqüência...
Parece que estão querendo descobrir quem tem matado mais... As guerras e o terrorismo, a polícia brasileira ou pais e responsáveis por essas crianças.
Alguma coisa está errada e não precisa muito esforço para se entender isso. Basta simplesmente ser humano.
Enquanto de um lado crianças morrem por subnutrição e doenças causadas pela miséria, pobreza e falta de lugares adequados para viverem, de outro parece que a morte é provocada “pelas próprias mãos”, e em alguns casos, realmente é.
Não consigo entender a força por trás destas banalidades que vem ganhando espaço na mídia.
E pra completar, existem pais (e já não sei se podemos chamar de pai quem comete atrocidades desse tipo) que acham que colocar filho no mundo é como aquecer comida no microondas... Programar o timer, apertar ligar e esperar...
Afinal, o maior exemplo de que neste país as pessoas não levam a sério a estrutura familiar, é o alto índice de natalidade, e o pior de tudo isso – as baixas condições de criar um filho.
É por isso (claro que uma coisa dessas não tem justificação) que pais não se importam e ou desde cedo colocam seus filhos para trabalhar e ajudar no sustento do lar (afinal, existem pais que fazem filhos para contar com eles futuramente no trabalho) ou, com a maior frieza calculada, jogam seus filhos pela janela de apartamentos ou os deixam em supervisão de quem não dará a devida atenção.
Depois que seu filho morrer, não adiantarão as caras, bocas e lágrimas de crocodilo numa tentativa iníqua de explicação.